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Algumas Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) apresentam altos
índices de contaminação, a exemplo do HIV, sífilis e hepatites virais.
Menos conhecidas, a gonorreia e a clamídia, doenças transmitidas por
meio de relações sexuais, afetam principalmente a população jovem.
Sem notificação obrigatória, as duas infecções apresentam números que chamam a atenção.
A coordenadora-geral de Vigilância de Infecções Sexualmente
Transmissíveis do Ministério da Saúde, Angélica Espinosa, revela que a
clamídia e a gonorreia têm prevalência de 8% a 12% entre os brasileiros
de 15 a 24 anos.
“Elas são doenças bacterianas que têm diagnósticos e tratamentos.
Quando há algum sintoma, causam secreções vaginal ou uretral. Só que
muitas das pessoas não têm nenhum sintoma. O fato de eu não ter sintoma
não quer dizer que eu não estou transmitindo a doença.”
Apesar de serem causadas por bactérias diferentes, essas ISTs atingem
o corpo humano de forma semelhante: causam lesões nos órgãos genitais,
garganta e olhos. Se não tratadas a tempo, podem causar infecções na
pélvis, infertilidade, dores durante as relações sexuais e complicações
durante a gestação.
Mesmo que as duas infecções tenham cura, é recomendado que as pessoas
que iniciaram o tratamento entrem em contato com os parceiros sexuais
para que não haja risco de reincidência, mesmo que não apresentem
sintomas. Há exames capazes de identificar as doenças mesmo sem sinais
aparentes.
Sem camisinha, você assume esse risco. Use camisinha e proteja-se da
gonorreia e da clamídia e de outras ISTs, como HIV e Hepatites. Para
mais informações, acesse: saude.gov.br/ist.
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