sábado, 1 de fevereiro de 2020

Rondônia apresenta redução no número de notificações de HIV

No estado, a faixa etária de maior incidência desta Infecção Sexualmente Transmissível (IST) é de 20 a 29 anos

Foto: Divulgação

Rondônia teve redução no número notificações de HIV, vírus causador da Aids. No total, foram 220 casos a menos no ano passado, em comparação com 2018. O número passou de 872 para 652. Os dados são do Ministério da Saúde. No estado, a faixa etária de maior incidência desta Infecção Sexualmente Transmissível (IST) é de 20 a 29 anos.
De acordo com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, se você passou por uma situação de risco, como ter feito sexo desprotegido ou compartilhado seringas, é necessário fazer o teste anti-HIV.
“É preciso testar, saber, tirar a dúvida. Se você teve uma relação e não usou preservativo, se houve contato com sangue, com material contaminado, é muito importante fazer o teste. O teste é gratuito e está em todas as unidades de saúde. Caso dê positivo, é possível tratar, usar os medicamentos e ficar com os níveis de vírus tão baixos que podem se tornarem indetectáveis e não desenvolver a Aids, que é a doença consequente da presença do vírus do HIV.”
Segundo a coordenadora geral de Vigilância das Infecções Sexualmente Transmissíveis, Angélica Espinosa Miranda, algumas ISTs podem não apresentar sinais e sintomas. E, se não forem diagnosticadas e tratadas, podem levar a graves complicações, como infertilidade, câncer ou até morte.
“As pessoas precisam saber que podem estar correndo o risco de se expor a uma IST, que podem se contaminar e que ela pode procurar o serviço de saúde para fazer o diagnóstico e para fazer o tratamento. São infecções, então muitas vezes a pessoa não vai ter nenhum sintoma aparente. E mesmo que ela não ache, ela deve usar o preservativo em toda relação sexual.”
O preservativo é o método mais conhecido, acessível e eficaz para se prevenir da infecção pelo HIV e outras ISTs, como a sífilis, a gonorreia e também alguns tipos de hepatite. Além disso, a retirada gratuita de camisinhas nas Unidades Básicas de Saúde é um direito; por isso, não devem ser impostas quaisquer barreiras ou condições para a obtenção desses materiais. É possível retirar quantos preservativos masculinos ou femininos que a pessoa julgar necessário.
Sem camisinha, você assume o risco. Use camisinha e se proteja dessas ISTs e de outras, como HIV e Hepatites. Para mais informações, acesse: saude.gov.br/ist.

Agência do Rádio

 

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