Apesar da queda de notificações, a implementação de campanhas em todos os municípios do estado deve ocorrer intensamente
O
comparativo realizado pela Secretária de Saúde do Mato Grosso do Sul
revela uma leve queda nos números de casos das Infecções Sexualmente
Transmissíveis (ISTs), no ano passado. A sífilis congênita, caiu de 349
casos em 2018 para 267 em 2019; e o número de casos de sífilis em
gestantes passou de 1.693 para 1.193 casos. A sífilis adquirida foi de
4.539 para 2.714 notificações. O número de óbitos também diminuiu: 136
pessoas morreram da doença em 2018; em 2019 foram 106. Os dados mais
atuais mostram que 1.082 moradores do Mato Grosso do Sul vivem em luta
com o HIV.
No Mato Grosso do Sul, 75 mil testes de HIV são distribuídos para
todos os municípios do estado por mês, chegando a quase um milhão de
testes rápidos por ano. A Secretaria distribui, por ano, 12 milhões de
camisinhas a todas as unidades de saúde dos 79 municípios do estado.
Os preservativos podem ser retirados em qualquer unidade de saúde,
sem restrição de quantidade e sem a necessidade de identificação. A
gerente técnica de STA/Aids e Hepatites Virais do Estado de Mato Grosso
do Sul, Alessandra Salvatori, lembra que apesar da queda de notificações
é importante continuar o trabalho e que a implementação de campanhas em
todos os municípios do estado deve ocorrer intensamente.
“A gente precisa reforçar a procura das testagens principalmente nas nossas faixas de interesse, que hoje é o jovem de 16 a 29 anos. Eu acho que a gente precisa comemorar, mas também colocar o foco na população que realmente precisa ser testada.”
“A gente precisa reforçar a procura das testagens principalmente nas nossas faixas de interesse, que hoje é o jovem de 16 a 29 anos. Eu acho que a gente precisa comemorar, mas também colocar o foco na população que realmente precisa ser testada.”
Salvatori diz que o trabalho deve ser reforçado constantemente e que
teoria e prática devem andar de mãos dadas para que gere mais
conhecimento sobre o tema. Isso é importante para a população, não só do
Mato Grosso do Sul, mas para todo o Brasil.
“Eu acho que alinhado com o que a gente vem fazendo é isso, é falarmos, é fortalecer sobre a prevenção combinada e expandir esse conceito pra todo mundo, que eu acho que apropriando do conhecimento que a gente consegue avançar as estratégias de convenção, seja ela de qualquer agravo, DSTs, HIVs, hepatites e se apropriando, sabendo do assunto, sabendo qual nosso arsenal, a prevenção, a gente tem ferramentas para conseguir isolar, colocar nos trilhos todas essas infecções”
“Eu acho que alinhado com o que a gente vem fazendo é isso, é falarmos, é fortalecer sobre a prevenção combinada e expandir esse conceito pra todo mundo, que eu acho que apropriando do conhecimento que a gente consegue avançar as estratégias de convenção, seja ela de qualquer agravo, DSTs, HIVs, hepatites e se apropriando, sabendo do assunto, sabendo qual nosso arsenal, a prevenção, a gente tem ferramentas para conseguir isolar, colocar nos trilhos todas essas infecções”
O tratamento, que permite uma melhora na qualidade de vida e
interrompe a transmissão dessas infecções, é oferecido de forma gratuita
por todas as unidades do Sistema Único de Saúde, o SUS. Além disso,
todas as Unidades de Saúde têm testes para a detecção das infecções. O
tratamento é gratuito. Para mais informações, acesse: saude.gov.br/ist.
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