No Mato Grosso do Sul, campanhas informativas estão alertando e orientando a população para o risco das doenças transmitidas e para a forma correta de combater o mosquito
Os
municípios da microrregião de Cassilândia estão com alta incidência de
dengue. Até 12 de fevereiro, foram notificados 782 casos da doença e
confirmadas duas mortes nas quatro cidades da região. Os dados são do
Boletim Epidemiológico da Dengue, divulgado pela Secretaria Estadual de
Saúde do Mato Grosso do Sul.
Cassilândia tem, este ano, 362 casos
notificados e uma morte. A taxa de incidência é a maior da microrregião:
1.684 casos por 100 mil habitantes. O município de Costa Rica tem 211
casos e incidência de 1.120 casos para cada grupo de 100 mil habitantes.
Chapadão do Sul é outra cidade da microrregião com alta incidência de
dengue, com 197 casos suspeitos, e taxa de 926 casos para cada 100 mil
habitantes.
No Mato Grosso do Sul, campanhas
informativas estão alertando e orientando a população para o risco das
doenças transmitidas e para a forma correta de combater o mosquito, como
explica o Secretário Estadual de Saúde, Geraldo Resende.
“Distribuímos vários informativos, ou
seja, tudo que é de impresso, necessário para orientar a população, nós
fizemos. Ao lado de colocar e de convocar prefeitos e secretários
municipais, a fazer os chamados mutirões de limpeza, verificando, em
cada logradouro, de cada cidade do estado, onde há proliferação do
mosquito.”
O governo local decretou estado de
alerta para a dengue em todos os municípios depois que 11 pessoas
morreram e outras 12 mil contraíram a doença no início deste ano,
quando, ao todo, mais de 2,8 mil casos foram confirmados.
O ministro da Saúde, Luiz Henrique
Mandetta, anunciou apoio do governo federal ao enfrentamento da dengue
no estado, com a entrega de 80 equipamentos, como desfibriladores e
monitores de sinais vitais, para compor a Rede de Atenção Especializada,
em 42 municípios sul-mato-grossenses.
Além disso, Mandetta anunciou que Campo
Grande passa a ser participante da estratégia conhecida como método
Wolbachia. A técnica, que consiste em contaminar o Aedes aegypti com a bactéria que inibe a reprodução do vírus, já está em prática nas cidades de Belo Horizonte e Petrolina.
O ministro da Saúde, Luiz Henrique
Mandetta, lembra que a dengue está ainda mais perigosa porque circula no
país o sorotipo 2 da doença, que ameaça até quem já contraiu outros
tipos de dengue.
“Estamos com o sorotipo 2, que tem 18
anos que não circula no estado e muita gente não tem resistência. O
clima do nosso estado é muito favorável ao Aedes aegypti. Então, a recomendação é fazer todas as ações de prevenção e um grande– mutirão para envolver a população”.
Em janeiro, o Ministério da Saúde
indicou que outros 12 estados brasileiros correm o risco de enfrentar
surto de dengue. Além da região Nordeste, a população do Rio de Janeiro,
do Espírito Santo e de São Paulo deve redobrar os cuidados. Apenas em
2019, a dengue foi responsável pela morte de 782 pessoas no Brasil.
Por isso, a luta contra o Aedes aegypti não pode parar. E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. Ministério da Saúde, Governo Federal. Pátria Amada Brasil.
Por isso, a luta contra o Aedes aegypti não pode parar. E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. Ministério da Saúde, Governo Federal. Pátria Amada Brasil.
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