Acordo com SES-DF e IGES-DF permitiu o conserto dos aparelhos, essenciais no combate à covid-19; entidade prevê confecção de um milhão de máscaras
Um
acordo de cooperação técnica entre o Serviço Nacional de Aprendizagem
Industrial (SENAI), a Secretaria de Saúde e o Instituto de Gestão
Estratégica de Saúde permitiu o reparo de 17 ventiladores pulmonares no
DF. Esses equipamentos estavam parados por falta de manutenção e, agora,
reforçarão o tratamento de pacientes com dificuldades respiratórias
graves em decorrência da covid-19. Desses, cinco já foram encaminhados
para o Hospital Regional da Asa Norte (HRAN), referência no combate ao
novo coronavírus, e um ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT).
Os demais estão em fase de finalização dos reparos. Todos os equipamentos passaram pelo processo de limpeza e desinfecção, diagnóstico, identificação de falhas, manutenção, testes de funcionamento e por calibrações, que certificam se o equipamento hospitalar está apto para uso. Além disso, as máquinas passam por simulações, para garantir as condições de funcionamento.
“Temos contribuído bastante nesse sentido. Começamos pelos respiradores, equipamentos extremamente importantes, que cuidam de vidas e que têm feito muita falta”, comenta o presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (FIBRA), Jamal Jorge Bittar.
Bittar adianta que o setor industrial tem contribuído também com a produção de outros equipamentos de proteção individual, os chamados EPIs. “Estamos à frente de uma produção de máscaras. Estruturamos uma rede a partir do SENAI, com o sindicato de vestuário, para atender à demanda muito crescente desse equipamento, ainda mais com a abertura gradual do comércio”, aponta.
Os demais estão em fase de finalização dos reparos. Todos os equipamentos passaram pelo processo de limpeza e desinfecção, diagnóstico, identificação de falhas, manutenção, testes de funcionamento e por calibrações, que certificam se o equipamento hospitalar está apto para uso. Além disso, as máquinas passam por simulações, para garantir as condições de funcionamento.
“Temos contribuído bastante nesse sentido. Começamos pelos respiradores, equipamentos extremamente importantes, que cuidam de vidas e que têm feito muita falta”, comenta o presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (FIBRA), Jamal Jorge Bittar.
Bittar adianta que o setor industrial tem contribuído também com a produção de outros equipamentos de proteção individual, os chamados EPIs. “Estamos à frente de uma produção de máscaras. Estruturamos uma rede a partir do SENAI, com o sindicato de vestuário, para atender à demanda muito crescente desse equipamento, ainda mais com a abertura gradual do comércio”, aponta.
O presidente da FIBRA prevê um primeiro
lote com um milhão de máscaras. “Isso nos anima porque usaremos uma rede
de 1,5 mil pequenos empreendedores e que têm sentido muito a falta de
renda”, garante.

O secretário de Saúde do DF, Francisco Araújo Filho, classifica esse
apoio do SENAI como “fundamental”. “O mundo inteiro tem dificuldade com a
aquisição de respiradores. Quando colocamos o Sistema S recuperando
respiradores com a nossa engenharia clínica, isso dá uma resposta muito
rápida à sociedade”, pontua.
Na opinião do gestor, os respiradores
são os equipamentos mais necessários para a população, “uma vez que o
novo coronavírus afeta o sistema respiratório das vítimas, fazendo às
vezes do pulmão”.
Instrutores do SENAI das áreas de Eletrotécnica, Eletrônica, Engenharia Elétrica, Engenharia Biomédica, Segurança do Trabalho e Engenharia Mecânica participaram desse trabalho de reparo dos respiradores. Além deles, profissionais da Universidade de Brasília (UnB), do Instituto Federal de Brasília (IFB), da montadora Mercedes-Benz, do Sindicato das Indústrias Fabricantes e de Reparação e Manutenção de Máquinas, Aparelhos e Equipamentos Industriais, Elétricos e Eletrônicos (Sindeletro/DF) e do movimento ‘Brasília Maior que a Covid-19’ também colaboram com a ação.
Instrutores do SENAI das áreas de Eletrotécnica, Eletrônica, Engenharia Elétrica, Engenharia Biomédica, Segurança do Trabalho e Engenharia Mecânica participaram desse trabalho de reparo dos respiradores. Além deles, profissionais da Universidade de Brasília (UnB), do Instituto Federal de Brasília (IFB), da montadora Mercedes-Benz, do Sindicato das Indústrias Fabricantes e de Reparação e Manutenção de Máquinas, Aparelhos e Equipamentos Industriais, Elétricos e Eletrônicos (Sindeletro/DF) e do movimento ‘Brasília Maior que a Covid-19’ também colaboram com a ação.

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