sexta-feira, 26 de agosto de 2022

CANAL PALAVRA DE MULHER - Poema Extinção

 A poesia de Adryana Gonzaga no canal Palavra de Mulher

Poema Extinção

 


 

Após reforma, ações trabalhistas tiveram queda de 43% em cinco anos

Em 2016, ano anterior à reforma trabalhista, foram aproximadamente 2,7 milhões de novos processos. Em 2021, o número caiu para 1,5 milhões

Foto: Arquivo/AGU

O ajuizamento de ações trabalhistas no primeiro grau da Justiça do Trabalho diminuiu 43% nos últimos 5 anos. Em 2016, ano anterior à reforma trabalhista, foram computados aproximadamente 2,7 milhões de novos processos. Já em 2021, o número foi de 1,5 milhões. As informações são da comissão formada no Tribunal Superior do Trabalho para avaliar os impactos da reforma.

Para o professor da FGV Direito Rio, Paulo Renato Fernandes, as normas estabelecidas na Lei 13.467/17 tiveram um papel fundamental na redução desses processos. Segundo ele, alguns pontos foram essenciais para possibilitar acordos coletivos sobre quitação do contrato para adesão ao plano de demissão voluntária, diminuição do intervalo de almoço e condições para o pagamento de bonificações ou prorrogação de horários.   

“A reforma trabalhista importou em um avanço muito grande para as relações de trabalho no Brasil, gerando mais segurança jurídica, empoderando mais a negociação coletiva, enfatizando a boa-fé. Antes, nós vivíamos em uma relação de trabalho beligerante, cheia de armadilhas. A lei acabou com a contribuição sindical obrigatória, o que era um absurdo. Pessoas que não eram associadas ao sindicato eram obrigadas a contribuir para a entidade. Isso é uma agressão e viola o princípio da liberdade associativa”, considera. 

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Quanto à negociação para diminuir o intervalo de almoço de uma hora para até 30 minutos, as ações judiciais caíram 50%. Essa medida permite aos colaboradores saírem mais cedo do trabalho ou compensarem a redução do número de dias de expediente na semana. 

Teletrabalho

Em pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) com 205 empresas industriais, duas em cada três acreditam que a celebração de instrumentos coletivos foi importante para adotar medidas de comum acordo voltadas à preservação do emprego e a ajustes nas rotinas de trabalho. Um dos destaques foi a regulamentação do teletrabalho. 

Nesse caso, 47% das companhias ouvidas disseram que a adoção desse formato foi importante no período da pandemia, principalmente entre 2020 e 2021. 
Na avaliação da advogada trabalhista Fernanda Matias, a pandemia da Covid-19 impactou de forma direta a economia do país, especialmente no que diz respeito às relações de trabalho, mas houve uma adaptação rápida por causa das determinações previstas na reforma trabalhista. 

“Nossa reforma trabalhista foi muito positiva nesse cenário quando diz respeito ao trabalho home office e ao trabalho telepresencial. Nesse ponto, ela foi fundamental para equilibrar as relações de trabalho e aumentar a demanda quanto a essa modalidade de contratação”, destaca.

 

Hidrogênio é uma alternativa na transição para economia de baixo carbono

Segundo estudo da CNI, o Brasil tem uma considerável capacidade competitiva para investir no setor, o que pode contribuir para o desenvolvimento econômico do país

Foto: Divulgação/TV Brasil

Dados da Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês), mostram que, desde 2000, foram registrados 990 projetos de hidrogênio no mundo, sendo 67 países com ao menos uma iniciativa na área. Somente quatro são originários do Brasil.

Além disso, projeção do Hydrogen Council, aponta que apenas projetos de larga escala anunciados a partir de 2021 somam investimentos de cerca de US$ 500 bilhões até 2030. O estudo avaliou, principalmente, as oportunidades e desafios da utilização de hidrogênio sustentável como vetor energético em direção a uma economia de baixo carbono. 

O chamado hidrogênio verde, conhecido como combustível do futuro, tem alto potencial energético e é visto como peça fundamental de um futuro neutro em carbono, daí o  enorme potencial de capacidade para descarbonizar a indústria. Ele é fabricado por meio da eletrólise da água e a energia utilizada na produção é renovável, como a solar ou a eólica. Assim, o processo químico quebra as moléculas da água em hidrogênio e oxigênio sem queima ou liberação de CO² na atmosfera. O hidrogênio que não é verde é atualmente produzido com o auxílio de combustíveis fósseis.

No Brasil, um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que os setores industriais de refino e fertilizantes têm potencial de uso imediato do hidrogênio sustentável como estratégia de descarbonização. Já siderurgia, metalurgia, cerâmica, vidro e cimento são os que apresentam o maior potencial para adoção do hidrogênio sustentável no curto e médio prazo, ou seja, entre 3 e 5 anos. 

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O gerente-executivo de Meio Ambiente e Sustentabilidade da CNI, Davi Bomtempo, considera que o hidrogênio sustentável é visto como uma alternativa viável para vários países. Segundo ele, o Brasil tem uma considerável capacidade competitiva para investir no setor e diz que a medida contribuirá para o desenvolvimento econômico do país. 

“Vai desenvolver uma nova cadeia a partir de uma quantidade imensa de investimentos. Ou seja, vamos gerar renda, vamos gerar emprego e vamos gerar arrecadação para as regiões e proporcionar um desenvolvimento regional e colocar o Brasil como um dos grandes players nessa agenda de transição energética”, pontua. 

Economia de baixo carbono

No evento "Estratégia da Indústria para uma Economia de Baixo Carbono", organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nos dias 16 e 17 de agosto, os debatedores falaram sobre a importância da redução das emissões de gases que provocam o efeito estufa. 

Entre os assuntos abordados no evento estavam as novas tecnologias voltadas para o hidrogênio. Na ocasião, foi destacado o trabalho desenvolvido no Porto do Pecém, no Ceará. Segundo a diretora comercial do Porto, Duna Uribe, o local dispõe de um HUB de Hidrogênio Verde (H2V) que visa transformar o território cearense em um fornecedor global desse tipo de combustível. 

“É um local dentro da Zona de Processamento de Exportação onde as indústrias receberiam as energias renováveis, receberiam água de reuso de Fortaleza e fabricariam o hidrogênio. Nós entendemos que todas essas empresas já estão tomando suas decisões de fazer o transporte de Hidrogênio Verde através da amônia, e então ter a exportação”, afirmou. 

Ainda segundo Duna Uribe, quando se utiliza o hidrogênio como combustível, em vez de fontes não renováveis, há uma anulação da emissão de dióxido de carbono (CO²) na atmosfera. 

O evento é uma preparação do setor para a 27ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP27), que será realizada em novembro, no Egito. 

O intuito do encontro é discutir a contribuição do país para atingir as metas de redução de emissões de gases de efeito estufa estabelecidas no Acordo de Paris, assim como as oportunidades de negócios para a descarbonização da indústria nacional.

 

Inscrições para editais de patrocínios do Basa estão abertas até 16 de setembro

Mais de R$ 3 milhões serão concedidos para projetos sociais, ambientais, culturais, esportivos, feiras, exposições e eventos

Foto: Divulgação/Basa

Estão abertas as inscrições para os Editais Públicos de Patrocínio de 2023 do Banco da Amazônia (Basa). De acordo com a instituição, o valor total de recursos destinados à iniciativa é de R$ 3.084.000,00. O montante é para projetos sociais, ambientais, culturais, esportivos, feiras, exposições e eventos.

Na última edição, em 2022, foram inscritos 607 projetos e 93 deles foram classificados. Segundo o secretário executivo do Basa, Alcir Bringel Erse, a seleção dos projetos inscritos levará em conta a relevância conceitual e temática, inovação, impacto social, viabilidade técnica e estarem aderentes ao posicionamento mercadológico e estratégico do banco.

“Existe um teto de R$ 40 mil por projeto. Já em relação à nossa pauta de exposição, nós incentivamos com R$ 25 mil para custear as despesas do artista para fazer sua exposição no nosso espaço cultural”, explica Erse.

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No caso do edital de pautas do Espaço Cultural do Banco da Amazônia, as oportunidades são para projetos de artes visuais, como desenho, pintura, fotografia, grafite, esculturas, entre outros. Já os Editais de Patrocínio atuam na área cultural, ambiental, social, música, literatura, audiovisual, artes cênicas, feiras, exposições, eventos e esportes.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 16 de setembro de 2022. Podem participar pessoas físicas e jurídicas endereçadas em áreas de atuação do Basa nos estados da Amazônia Legal. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo e-mail edital.patrocinio@basa.com.br.

 

5G: tecnologia que vai revolucionar setores da economia já está presente em 12 capitais

O 5G está sendo ligado aos poucos nas capitais brasileiras até 28 de novembro de 2022. Enquanto o 5G vai proporcionar revolução em setores como a Indústria 4.0 e o agronegócio conectado, a obrigatoriedade do 4G vai levar à democratização do acesso à internet

Foto: Fabiano Morari/Ministério das Comunicações

O 5G já está presente em 12 capitais brasileiras. Depois das capitais, onde a tecnologia deve estar presente até 28 de novembro deste ano, os demais municípios recebem a quinta geração de acordo com o tamanho da população até 2028:

  • Julho de 2025: municípios com mais de 500 mil habitantes;
  • Julho de 2026: localidades com mais de 200 mil habitantes;
  • Julho de 2027: cidades com mais de 100 mil habitantes;
  • Julho de 2028: cidades com mais de 30 mil habitantes.

Homero Salum, diretor de Engenharia da TIM Brasil, observa que nesta primeira fase do 5G o número de antenas está superando o mínimo exigido e que, em breve, as capitais vão experimentar uma cobertura ainda maior da nova tecnologia.

“Brasília foi a primeira cidade a receber o serviço 5G com um investimento que superará 200 antenas ao longo do ano. Na última semana, Belo Horizonte, João Pessoa, Porto Alegre e São Paulo foram contempladas com o 5G standalone e a cobertura da TIM nessas cidades supera o número exigido pela Anatel. Em São Paulo, a Tim está com o 5G presente em 100% dos bairros”, destaca Salum.

O adensamento do sinal nas capitais, ou seja, a instalação de mais antenas para que mais pessoas usufruam da nova tecnologia, vai ocorrer paulatinamente até 2025. Atualmente, a regra é uma antena para cada 100 mil usuários. Em meados do ano que vem, é obrigatória ter uma antena a cada 50 mil habitantes; e, em julho de 2024, uma para cada 30 mil; no ano seguinte, uma estação para cada 10 mil pessoas (o que em São Paulo, por exemplo, se traduz em mais de 4.500 antenas.

Para a expansão do 5G é necessário instalar antenas específicas para a nova tecnologia. Mas as leis municipais muitas vezes estão defasadas e dificultam o processo. Sem a atualização das leis, novos postes e antes podem demorar de meses a anos para serem aprovados pelas prefeituras, como acontece atualmente na maioria dos municípios.

Segundo a Associação Brasileira de Infraestrutura para Telecomunicações (Abrintel), até agora 160 municípios aprovaram a reformulação de suas leis de antenas, adaptando-as à legislação federal. As populações dessas cidades, somadas, correspondem a mais de 30% da população brasileira. São Paulo lidera o ranking com 39 cidades com leis aprovadas. 

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A promessa é de que a internet móvel de alta velocidade e baixa latência propicie uma revolução em diversos setores, como a Indústria 4.0 e o agronegócio conectado. Homero explica que o 5G, nos próximos anos, trará impactos incalculáveis.

“Com conexões melhores e mais rápidas, o 5G é capaz de conectar máquinas, objeto, coisas e pessoas. Por isso, é chamada a tecnologia do futuro. Essas características vão impactar o Brasil em inúmeros segmentos da indústria, do setor de serviços, do agronegócio e até mesmo as rotinas das pessoas dentro das casas”, aponta o diretor da Tim Brasil.

Brasília, Porto Alegre, João Pessoa, Belo Horizonte e São Paulo foram as primeiras contempladas com o 5G. Curitiba, Goiânia, Salvador, Palmas, Vitória, Florianópolis e Rio de Janeiro foram as capitais que receberam internet móvel de quinta geração recentemente. 

4G e democratização da internet

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) obrigou, por meio dos editais dos leilões do 5G, as empresas de telefonia a levarem o 4G a todas as cidades do país com mais de 600 habitantes a partir de 2023. Foi o 4G que permitiu a inserção digital de milhões de pessoas, possibilitando, por exemplo, o comércio pela internet, o teletrabalho e as aulas on-line durante a pandemia. 

Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Infraestrutura para Telecomunicações (Abrintel) revelou que importantes áreas metropolitanas, incluindo a periferia de grandes capitais, como Rio de Janeiro, São Paulo, Goiânia e Salvador, não contam sequer com a cobertura 4G. Em São Paulo, por exemplo, Parelheiros, extremo da zona sul, Guaianases, extremo da zona leste, e Iguatemi têm um grande número de pessoas que querem se conectar, mas não conseguem usar uma máquina de cartão de crédito, por exemplo.

Luciano Stutz, presidente da Abrintel, acredita que o 5G vai realmente revolucionar diversos setores, mas que, por enquanto, a obrigatoriedade do 4G na maior parte das cidades é que vai fazer real diferença no dia a dia da população. 

“O 5G, para quem compra hoje um telefone que suporta a nova tecnologia e começa a utilizar, vai apenas se traduzir em mais velocidade. Porque os novos serviços 5G vão chegar agora, após a tecnologia implantada. A telemedicina, cirurgia à distância, carro autônomo, exames diagnósticos à distância, isso vai acontecer sim, mas começa agora essa corrida por novas aplicações. Já o 4G, você ‘acende’ uma antena onde não tem cobertura, a pessoa no dia seguinte já pode começar a utilizar a partir da sua casa, a partir do posto de saúde que ela frequenta, da escola que seu filho frequenta. O aumento da cobertura do 4G hoje tem mais diferença econômica e social para o Brasil do que a chegada do 5G”, explica Stutz.

INDICADORES: café continua sofrendo elevação no preço nesta sexta-feira (26)

No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve salto de 0,65% e é negociada a R$ 83,31

Foto: Paulo Lanzetta/Embrapa

A saca de 60 quilos do café arábica começou a sexta-feira (26) com alta de 0,73% no preço e é vendida a R$ 1.349,76 na cidade de São Paulo. O café robusta também teve elevação no valor. A alta foi de 0,42% e a saca é comercializada a R$ 751,37 para retirada no Espírito Santo. 

O açúcar cristal teve diminuição de 0,05% no preço e o produto é vendido a R$ 128,08 em São Paulo. Em Santos, no litoral paulista, o valor da saca de 50 quilos, sem impostos, caiu 3,98% e a mercadoria é comercializada a R$ 123,27.

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No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve salto de 0,65% e é negociada a R$ 83,31. Em Cascavel, no Paraná, o preço é R$ 81. Em Rondonópolis, no Mato Grosso, o milho é vendido a R$ 73. Em Uberaba, Minas Gerais, o preço à vista é R$ 75. Os valores são do Canal Rural e Cepea.

 

INDICADORES: arroba do boi gordo registra alta no preço nesta sexta-feira (26)

Em Goiânia, o produto é vendido à vista a R$ 274

Foto: Gabriel Rezende Faria/Embrapa

A cotação da arroba do boi gordo começou a sexta-feira (26) com alta de 1,80% e o produto é negociado a R$ 313,45 em São Paulo. Em Goiânia, o produto é vendido à vista a R$ 274. Já em Barretos e Araçatuba, em São Paulo, a arroba é comercializada a R$ 286,50. 

O preço do quilo do frango congelado não sofreu variação e o produto ainda é vendido a R$ 7,96. O preço do quilo do frango resfriado também não mudou e a mercadoria ainda é comercializada a R$ 8.

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No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial também não mudou e o produto ainda é negociado a R$ 10,69. Em Minas Gerais, o suíno vivo é vendido a R$ 7,68. No Paraná, o produto é comercializado à vista a R$ 6,70. Os valores são do Canal Rural e Cepea.