A partir desse ano, o Brasil volta a exportar a vacina contra febre amarela.
A partir desse ano, o Brasil volta a exportar a vacina contra febre
amarela. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), continuará atendendo 100% da
demanda interna do país e, além disso, sua produção vai ser suficiente
para fornecer vacina para outros países. Entre 2017 e 2018, houve um
surto de febre amarela no Brasil e, por isso, o Governo Federal
suspendeu a venda da vacina para manter toda sua produção apenas para a
população brasileira. Desta forma, a Fiocruz vai fornecer, entre 2019 e
2020, 23 milhões da vacina para a Organização Pan Americana de Saúde
(OPAS) e ao Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). De acordo
com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, o conhecimento e a
tecnologia brasileira são importantes para o combate à febre amarela.
“É muito importante para o Brasil, como uma questão até de
solidariedade, mas, principalmente para a Fiocruz, retomar a produção em
larga escala e exportar a vacina de febre amarela já que ele é um dos
laboratórios no mundo que tem a expertise para febre amarela”.
Também é importante destacar que essa retomada na exportação da
vacina teve influência da aprovação da Lei 13.801 deste ano, que
determina que os recursos adquiridos com a exportação dessas vacinas
voltem exclusivamente para o reinvestimento na produção de vacinas,
pesquisas e inovação tecnológica. O Brasil é o maior produtor de vacina
contra febre amarela no mundo e com o menor preço, cerca de US$ 1,00
(R$ 4,15) a dose.
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