O
governo desestruturou o Ministério do Meio Ambiente e, por isso,
comprometeu sua capacidade técnica para enfrentar situações de
emergência ambiental, como as manchas de óleo no litoral nordestino.
A demora para agir e a incapacidade de acionar os meios à disposição do
governo só aumentou a extensão e a gravidade do problema no Nordeste.
Quando se trata de uma emergência ambiental, a demora para agir é
catastrófica.
Na avaliação do governo, a extensão da gravidade ainda não foi
suficiente para decretar estado de emergência ambiental e de saúde
pública na região. Voluntários já demonstram queimações na pele, náusea,
cólica e intoxicação após contato com o óleo.
São lamentáveis as falas do presidente e do Ministro do Meio Ambiente
acusando de maneira irresponsável e sem provas o Greenpeace, assim como
fizeram no caso das queimadas na Amazônia, quando insinuaram terem sido
provocadas pelas ONGs.
A irresponsabilidade do governo, diante desse desastre ambiental, com certeza, não ajuda a enfrentar o cenário trágico que tomou conta da costa nordestina e da vida de milhares de pessoas que vivem na região.
O governo deveria aprender e se inspirar no comovente e incansável trabalho dos voluntários pra tirar as manchas de óleo do litoral nordestino. Falar menos e agir mais. Unir esforços para enfrentar a situação.
valor.globo.com
A irresponsabilidade do governo, diante desse desastre ambiental, com certeza, não ajuda a enfrentar o cenário trágico que tomou conta da costa nordestina e da vida de milhares de pessoas que vivem na região.
O governo deveria aprender e se inspirar no comovente e incansável trabalho dos voluntários pra tirar as manchas de óleo do litoral nordestino. Falar menos e agir mais. Unir esforços para enfrentar a situação.
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